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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

O CEGO E O PUBLICITÁRIO



Dizem que havia um cego sentado na calçada em Paris, com um boné a seus pés e um pedaço de madeira que, escrito com giz branco, dizia: "Por favor, ajude-me, sou  cego".
Um publicitário, da área de criação, que passava em frente a ele,  parou e viu umas poucas moedas no boné.
Sem pedir licença, pegou o cartaz, virou-o,pegou o giz e escreveu outro anúncio.
Voltou a colocar o pedaço de madeira aos pés do cego e foi embora.
Pela tarde o publicitário voltou a passar em frente ao cego que pedia esmola.
Agora, o seu boné estava cheio de notas e moedas.
O cego reconheceu as pisadas e lhe perguntou se havia sido ele quem reescreveu o seu cartaz, sobretudo querendo saber o que havia escrito ali.
O publicitário respondeu: "Nada que não esteja de acordo com o seu anúncio,mas  com outras palavras".
Sorriu e continuou seu caminho.
'O cego nunca soube, mas seu novo cartaz dizia: "Hoje é Primavera em Paris, e eu não posso vê-la".
Mudar a estratégia quando nada nos acontece... pode trazer novas perspectivas.

link do vídeo: http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=mkJT6cULBY8

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

O homem e a raposinnha


Um homem armou uma ratoeira. Aconteceu que caiu nela uma raposinha. Vendo-se presa o malfazejo animal suplicou-lhe que se lembrasse dos benefícios que lhe havia feito, caçando e limpando-lhe a casa de ratos e de animais daninhos e peçonhentos. Não serei ingrato, respondeu-lhe o homem, pois você nada fez com intenção (intuito) de servir-me; só tratava era de alimentar-se; se não houvesse ratos você teria dizimado (detonado) o meu galinheiro.
MORALIDADE: Muitos querem que aceitemos como obséquio (favor) o que só fazem por prazer ou utilidade própria.