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quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Leia os livros de Augusto Jorge Cury


Sugestão para lerem nas ferias ou pra quem não gosta de carnaval 

  • Revolucione Sua Qualidade de Vida- Outubro 2002
  • Escola da Vida: Harry Potter no Mundo Real - 2002
  • Você é Insubstituível - Novembro 2002
  • Dez Leis para Ser Feliz - Fevereiro de 2003
  • Pais Brilhantes, Professores Fascinantes - Setembro de 2003
  • Seja Líder de Si Mesmo - Outubro de 2004
  • Nunca Desista de Seus Sonhos  - Dezembro de 2004
  • A Ditadura da Beleza e a Revolução das Mulheres- Fevereiro de 2005
  • O Futuro da Humanidade - Março de 2005
  • Coleção Análise da Inteligência de Cristo - Março de 2006
    • O Mestre Inesquecível
    • O Mestre do Amor
    • O Mestre da Vida
    • O Mestre da Sensibilidade
    • O Mestre dos Mestres
  • Superando o Cárcere da Emoção - Dezembro de 2006
  • Doze Semanas para Mudar uma Vida - Janeiro de 2007
  • Os Segredos do Pai-Nosso - Fevereiro de 2007
  • Maria, a maior educadora da História - Maio de 2007
  • A Sabedoria Nossa de Cada Dia: Os Segredos do Pai-Nosso 2 - Maio de 2007
  • Filhos Brilhantes, Alunos Fascinantes - Setembro de 2007
  • Treinando a Emoção para Ser Feliz - Dezembro de 2007
  • O Código da Inteligência - Maio de 2008
  • O Vendedor de Sonhos: O Chamado - Dezembro de 2008
  • O Vendedor de Sonhos e a Revolução dos Anônimos - Janeiro de 2009
  • De Gênio e Louco Todo Mundo Tem um Pouco - Novembro de 2009
  • Mentes Brilhantes, Mentes Treinadas - Julho de 2010
  • O Semeador de Ideias - Novembro de 2010
  • A fascinante construção do Eu - Novembro de 2010
  • Mulheres Inteligentes, Relações Saudáveis - 2011
  • O Colecionador de Lágrimas - Holocausto Nunca Mais - 2012
  • Manual para jovens estressados, mas muito inteligentes! - 2012

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

O vendedor de balões

Era uma vez um velho homem que vendia balões numa quermesse. 
Evidentemente, o homem era um bom vendedor, pois deixou um balão vermelho soltar-se e elevar-se nos ares, atraindo, desse modo, uma multidão de jovens compradores de balões.
Havia ali perto um menino negro. 
Estava observando o vendedor e, é claro apreciando os balões. 
Depois de ter soltado o balão vermelho, o homem soltou um azul, depois um amarelo e finalmente um branco. 
Todos foram subindo até sumirem de vista. 
O menino, de olhar atento, seguia a cada um. 
Ficava imaginando mil coisas... 
Uma coisa o aborrecia, o homem não soltava o balão preto. 
Então aproximou-se do vendedor e lhe perguntou: 
- Moço, se o senhor soltasse o balão preto, ele subiria tanto quanto os outros? 
O vendedor de balões sorriu compreensivamente para o menino, arrebentou a linha que prendia o balão preto e enquanto ele se elevava nos ares disse: 
- Não é a cor, filho, é o que está dentro dele que o faz subir.