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sábado, 23 de fevereiro de 2013

Cebola - Benefícios para a Saúde


A Cebola reduz o açúcar no sangue


Quanto maior a ingestão de cebola, menor o nível de glicose encontrado durante os testes de tolerância oral ou intravenosa de glicose. 

Evidências experimentais e clínicas sugerem que dissulfureto de alilo propilo é responsável por este efeito e reduz os níveis de açúcar no sangue, aumentando a quantidade de insulina disponível. 

Este resultado é um aumento na quantidade de insulina disponível para introduzir a glicose nas células, causando uma redução do açúcar no sangue.

Além disso, as cebolas são uma boa fonte de cromo, o componente mineral na tolerância à glicose, uma molécula que ajuda as células a responderem adequadamente à insulina. Uma xícara de cebola crua contém mais de 20% do valor diário deste importante mineral.

A Cebola é fonte de Cromo

A Cebola é uma fonte rica de cromo, o mineral que ajuda as células do tecido a responder adequadamente aos níveis de insulina no sangue, assim, ajuda a facilitar a ação da insulina e os níveis de açúcar no controle do diabetes.

A Cebola promove a saúde cardiovascular

O consumo regular de cebolas pode, como alho, reduzir níveis elevados de colesterol e pressão arterial elevada, o que ajuda a prevenir a aterosclerose e doença cardíaca, e reduzir o risco de ataque cardíaco ou enfarte. 

Estes efeitos benéficos são provavelmente devido aos compostos das cebolas 'enxofre, o cromo e as suas vitamina B6, que ajudam a prevenir doenças cardíacas ao reduzir níveis elevados de homocisteína, um outro fator de risco para ataques cardíacos e enfartes.
A Cebola Promove a Saúde gastrointestinal
O consumo regular de cebolas, tão pouco como duas ou mais vezes por semana, está associado a um risco significativamente reduzido de desenvolver cancro do cólon. 

As cebolas contêm um número de flavonoides  o mais estudado, a quercitina, denotou uma capacidade para impedir o crescimento de tumores em animais e para proteger as células do cólon dos efeitos prejudiciais de certas substâncias que causam cancro. 

Cozinhar as carnes com cebola podem ajudar a reduzir a quantidade de substâncias cancerígenas produzidas quando a carne é cozida com métodos de calor elevado.

A Cebola protege contra o cancro

Comendo cebola e alho frequentemente pode ajudar a diminuir o risco de vários tipos de cancros comuns.

Consumir mais cebola reduz o risco de contrair em 84%, o cancro da cavidade oral e faringe, 88% de redução do risco de cancro de esófago, 56% menor risco para o cancro color ectal  83% redução do risco de cancro de laringe, 25% redução do risco de cancro de mama, 73% redução do risco de cancro do ovário, 71% menor risco de cancro de próstata e 38% menor risco para o cancro de células renais, em comparação com aqueles indivíduos que comem menos cebolas. 

Da mesma forma, aqueles que comem o alho frequentemente viram uma redução de mais de 39% do risco de contrair o cancro da cavidade oral e faringe, 57% redução do risco de cancro de esôfago, 26% menor risco para o cancro color ectal  44% redução do risco de cancro de laringe, 10% menor risco de cancro de mama, 22% redução do risco de cancro de ovário, 19 % de redução de risco para cancro de próstata, e 31% menor risco para o cancro de células renais, em comparação com aqueles indivíduos que comem menos de alho.

A Cebola promove a saúde óssea


Um composto recém-identificado na cebola com o nome longo e complexo de gama-glutamil-L-trans-S-1-propenil-L-cisteínasulfóxido, GPCS, para abreviar, inibe a atividade dos osteoclastos (células que destroem o osso). 

As cebolas podem ser especialmente benéficas para mulheres que estão em maior risco de osteoporose como as que atravessam a menopausa.

A Cebola tem ação anti-inflamatória e anti-bacteriana

Existem diversos agentes anti-inflamatórios nas cebolas que as tornam úteis na redução da severidade dos sintomas associados a doenças inflamatórias, tais como a dor e o inchaço da osteoartrite e artrite reumatoide  a resposta inflamatória alérgica da asma, e os congestionamentos respiratórios associados com o resfriado comum. 

Ambas as cebolas e alhos contêm compostos que inibem a lipoxigenase e ciclooxigenase (as enzimas que geram prostaglandinas inflamatórias e tromboxanos), reduzindo assim consideravelmente a inflamação. Os efeitos anti-inflamatórios da cebola são devidos não só à sua vitamina C e quercitina, mas para outros componentes ativos chamados isotiocianatos. 

Estes compostos trabalham sinergicamente para aliviar a inflamação. Além disso, quercitina e flavonoides encontradas nas cebolas trabalham com vitamina C para ajudar a matar as bactérias nocivas.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Cabelo, unhas e pele podem demonstrar nível de estresse


Reprodução
Estresse, depressão e ansiedade podem provocar um aumento nos problemas de pele, cabelos ou unhas

Problemas no escritório, proximidade do vestibular, um divórcio conturbado, uma cirurgia inesperada... O que todas estas situações têm em comum? Em uma palavra: estresse. "Embora todos já saibam que o estresse pode afetar física e psicologicamente uma pessoa, nem todos sabem que ele pode desencadear ou agravar problemas dermatológicos, tais como acne, unhas quebradiças ou até mesmo perda de cabelo", afirma a dermatologista Cristine Carvalho, diretora do CDE – Centro de Dermatologia e Estética.

Efeitos do estresse na pele

Quando uma pessoa está muito estressada, os níveis de cortisol - hormônio do estresse - aumentam. Estes, por sua vez, provocam um aumento na produção de oleosidade da pele, que se traduz sob a forma de pele oleosa, acne e outros problemas de pele. "Mesmo pacientes cuja pele não é afetada pela acne normalmente tendem a desenvolver acne temporária relacionada ao estresse devido ao aumento da oleosidade da pele pelo organismo", explica a dermatologista.

Sobre os efeitos do estresse na pele, um estudo Psychological Stress Perturbs Epidermal Permeability Barrier Homeostasis descobriu que o estresse tem um efeito negativo sobre a função de proteção que a pele exerce, resultando em perda de água, o que inibe a capacidade da pele de reparar-se após uma lesão. "O estresse também diminui a hidratação natural da pele, tornando-a seca e áspera, podendo provocar eczemas com prurido, descamação e eritema", afirma Cristine Carvalho.

O estudo envolvendo 27 estudantes de Medicina, Odontologia e Farmácia examinou como os períodos de maior estresse (neste caso, durante os exames de final) impactaram a resposta da pele para lesões repetidas causadas pela colocação de uma fita adesiva nos antebraços dos indivíduos versus períodos de menor estresse (tais como na volta das férias). Os pesquisadores descobriram que durante os períodos de maior estresse, a pele demorou mais a se recuperar do que nos períodos menos estressante.

O estresse também é um gatilho conhecido e pode ser um fator agravante para psoríase e dermatite seborréica.

Efeitos do estresse no cabelo

O estresse afeta as pessoas de forma diferente, alguns podem desenvolver uma úlcera, ou ter um ataque cardíaco, outros podem perder os seus cabelos. Há muitas razões para a perda de cabelos em homens e mulheres, mas o estresse pode ser a principal razão para a perda de cabelo inexplicável, o chamado eflúvio. "Quando alguém está sob estresse, o cabelo pode começar a cair. A perda de cabelo pode ocorrer até três meses após um evento estressante. Após a queda de cabelo inicial, o cabelo cresce geralmente em 6-9 meses", explica Cristine Carvalho. 

Mudanças de vida importantes, tais como um parto ou uma cirurgia também podem causar queda de cabelo. Pois durante o período de recuperação do corpo, o organismo se concentra totalmente na cura e o cabelo pode parar de crescer. 

"A perda de cabelo é uma resposta normal ao estresse, mas os pacientes devem consultar um dermatologista para uma avaliação adequada para descartar outras causas médicas. É recomendável também evitar dietas restritas e sem orientação médica, onde apenas um ou dois alimentos são permitidos, pois a alimentação inadequada e o emagrecimento extremo ou rápido podem também resultar em eflúvio", orienta Cristine Carvalho, que também é chefe do Departamento de Fototerapia do Curso de Pós-Graduação em Dermatologia da Fundação Pele Saudável, Instituto BWS. 

Efeitos do estresse nas unhas 

As unhas, muitas vezes, podem revelar sinais exteriores de estresse, no caso de pessoas que desenvolvem o hábito nervoso de morder e/ou roer suas unhas. "Outro hábito relacionado ao estresse que afeta as unhas são as pessoas que esfregam os dedos sobre sua unha do polegar, o que pode criar um sulco em toda a unha. Este atrito provoca uma distorção da placa ungueal, e quando a unha cresce, uma crista levantada é formada no meio da unha. Unhas quebradiças ou descascando também são um efeito colateral comum de estresse", informa a diretora do CDE. 

Além do estresse físico ou emocional, certas doenças e a quimioterapia podem causar o aparecimento de linhas horizontais brancas nas unhas.

Manejo do estresse integra o tratamento 

Às vezes, os pacientes com problemas dermatológicos nas unhas, pele ou cabelos não estão cientes de que seus hábitos, suas manias ou seu estresse estão na raiz de seu problema estético.

Além dos efeitos fisiológicos diretos, os pacientes sob estresse tendem também a negligenciar ou abusar da sua pele. "Por exemplo, eles, muitas vezes, carecem de energia e motivação para aderir ao tratamento e também podem apresentar sinais de estresse relacionados com comportamentos - como arranhar, puxar ou esfregar - que podem agravar os problemas. Por isto, é fundamental auxiliar os pacientes a lidarem melhor com algumas doenças, tais como eczema, acne, psoríase e dermatite seborréica, onde os sintomas externos são óbvios. Nestes casos, tradicionais terapias dermatológicas devem ser usadas em conjunto com terapias adequadas de gestão do estresse para tratar com sucesso estas condições dermatológicas", defende a dermatologista. 

Tudo sobre cílios: aprenda como valorizar seu olhar


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Ferramentas e curiosidades sobre a beleza do olhar: o que existe neste segmento que move bilhões

A busca por métodos para realçar os cílios é uma atitude feminina milenar. Olhos e cílios costumam ser considerados atributos de beleza, podendo ser associados ao aumento dos níveis de confiança e bem-estar. 

Para atender às expectativas deste público que está sempre em busca de novidades em um mercado que cresce expressivamente a cada ano – somente nos Estados Unidos, por exemplo, o mercado anual de rímel é estimado em US$ 1,1 bilhão – há uma série de recursos, que vão desde procedimentos como transplantes de cílios, cílios postiços e permanentes de cílios, a tratamentos que promovem o crescimento natural dos cílios. 

Os produtos, procedimentos e tratamentos disponíveis nos dias atuais têm mecanismos de ação distintos, mas sempre com os mesmos objetivos: alongar e aumentar o volume dos cílios. Porém, muitas vezes os efeitos destes procedimentos podem ser desconfortáveis, como a alergia causada pelo adesivo fixador dos cílios postiços ou a irritação ao solvente usado para retirá-los. Além disso, em alguns casos, os cílios postiços permanecem grudados por dias ou até semanas.

Outro procedimento conhecido é o transplante de cílios, método que tem apresentado resultados positivos, segundo relatos médicos, mas é considerado mais invasivo porque transfere folículos pilosos do couro cabeludo para as margens da pálpebra. Este processo pode causar dor, sangramento, formação de cicatrizes ou, em casos mais graves, cegueira.

Já a permanente de cílios, utilizada para uma aparência mais volumosa e melhor definição da curvatura dos pelos, tem duração de apenas um mês e o produto usado também pode causar alergias e irritações. 

As máscaras para cílios, que representam uma combinação de ceras, pigmentos e resinas, têm cumprido o seu papel de escurecer e engrossar os cílios, proporcionando um embelezamento do olhar, porém o resultado é temporário.
Recentemente, porém, foi lançado o único produto capaz de realmente aumentar o tamanho e escurecimento dos cílios de maneira natural, porque age diretamente no crescimento do pelo. Trata-se do Latisse, tratamento aprovado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). 

"O crescimento dos pelos é cíclico e pode ser dividido em três etapas principais: anágena, catágena e telógena. Nos cílios ocorre o mesmo processo. Porém, se houver uma interferência na fase anágena, é possível prolongá-la e aumentar o número dos folículos na fase de crescimento também – e é desta forma que este produto age", explica Otávio Macedo, membro da Academia de Dermatologia.

Algumas curiosidades

 Os cílios são "pequenos grandes" protetores dos olhos por que formam uma barreira natural, capaz de proteger contra a luz solar, vento, corpos estranhos e transpiração. Eles desempenham uma função semelhante à dos bigodes de animais como gatos ou ratos, já que são sensíveis ao toque para fornecer um aviso de que há um objeto próximo dos olhos, fazendo com que os olhos se fechem.

 Além disso, na pálpebra superior, os cílios podem estar dispostos em 2 a 3 linhas, com aproximadamente 100 a 150 pelos e se diferenciam dos cabelos, já que possuem textura diferente, bem como em relação aos demais tipos de pelos presentes no corpo humano.

 Outro fato curioso é que os cílios são também mais largos do que os cabelos, não perdem a pigmentação e não se tornam grisalhos com a idade.