Por que você perde seu bom humor, fazendo essa confusão toda com seu cabelo? - perguntou meu pai, quando me encontrou chorando de raiva porque eu era muito menina, e não tinha a habilidade necessária para fazer o penteado em moda nos meus tempos de colégio.
- É a moda! - lamentei-me. - Só o meu nunca fica como os outros!
Olhando-me gravemente, meu pai ordenou: - Divida seu cabelo no meio, penteie-o para trás, e amarre-o como uma fita. Agora, use-o assim durante uma semana, e se metade das meninas de sua classe não copiarem você, eu lhe darei dez dólares.
Pensei comigo que ele era incrivelmente ingênuo. Dez dólares, porém eram uma fortuna a que não podia resistir, e o fiz.
Tivesse eu chegado à aula vestida com a camisola de dormir, minha agonia não teria sido maior. Mas quando a semana acabou, quase todas as meninas de minha classe estavam usando o cabelo separado simplesmente pelo meio, atado atrás com uma fita.
Meu pai disse, então: - Não seja vulgar! O mundo já tem bastante mediocridade. Nunca tenha medo de uma idéia própria, e, se ela for certa, siga para adiante com ela, sem se importar com o que faça todos os demais!
E, embora ele tivesse ganho a aposta, deu-me uma nota de dez dólares.
Aqui vou falar um pouco de tudo Nutrição,administração, publicidade,literatura,moda,etiqueta,entre outras coisas.
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quinta-feira, 1 de novembro de 2012
terça-feira, 29 de maio de 2012
O Vulgar e o Sensual
Sensual: Que satisfaz os sentidos.
Vulgar: Que é desprezível.
A vulgaridade e a sensualidade não está só presente em roupas, mas também em comportamento. A vulgaridade pode ser interpretada como sensual ao extremo para alguns, mas claro, isso é uma questão de gosto e momento.
Não devemos julgar valores com a opinião da maioria, então vamos ao que interessa.
Vulgar: Que é desprezível.
A vulgaridade e a sensualidade não está só presente em roupas, mas também em comportamento. A vulgaridade pode ser interpretada como sensual ao extremo para alguns, mas claro, isso é uma questão de gosto e momento.
Não devemos julgar valores com a opinião da maioria, então vamos ao que interessa.
Não coloque na vitrine o que não esta a venda se dê o devido valor para ser sensual não e necessário ser vulgar mas sim inteligente e elegante a elegância não tem classe social, credo ou etnia. E eu não me refiro, àquela prima-irmã da elegância que se chama sofisticação ou seu irmão gêmeo, o requinte. Não se trata, aqui, das mulheres socialmente bem situadas que tem Victor Hugo, Prada ou Dior no guarda-roupa, ou que praticam o esporte enfadonho da ostentação. Elegância não é isso, não a ofendam com um tão apressado julgamento. Elegância está na alma, e não nos panos ou nos couros. Uma mulher elegante é aquela que sorri frente à adversidade, que assume tanto a glória quanto a crítica, que ao sentar-se dispõe de cada membro, cada músculo e cada curva como fossem versos de um poema, de modo tal que, ainda que usando o mais singelo dos vestidos ou na total nudez de maquiagem e acessórios, transpareça a precisão estética de um soneto ou de um retrato.
Uma mulher elegante, não se abriga na segurança obtusa da multidão, faz questão de ser ela mesma e de evitar quase todos os clichês e os jargões, exceto “muito obrigada”, “com licença”, “foi um prazer”, “peço desculpas” e “sinto muito” – uma mulher elegante ama a gentileza e cortesia. Uma mulher elegante ouve várias opiniões, uma mulher elegante lê, e lê muito – mulheres elegantes gostam de livrarias e da conversa de pessoas interessantes. Uma mulher elegante não é aquela obsessiva-compulsiva com todo e qualquer quilograma indesejado, que perde o precioso tempo de uma vida a lutar com o próprio corpo, mas uma mulher elegante permite-se apreciar moderadamente qualquer sabor sem buscar o enfaramento ou sofrer da culpa descabida.Uma mulher elegante discute, polemiza, expressa sua opinião – mas à estupidez e à truculência ela responde com a serenidade de um sorriso e o silêncio que desarma. Não confundam as mulheres elegantes com as impostoras, daquela elegância profissional e impessoal, ou daquela farsa tão grotesca das colunas sociais. As mulheres elegantes, ainda que não sejam abençoadas com a graça ou a formosura, são sempre belas; são lindas de se ver, são lindas de se ouvir. Uma mulher elegante é aquela que se permite amar, mas reserva o melhor de si a quem mais faz por merecer. Não são avarentas de seus encantos, mas não os oferecem em pequenas e universais porções o tempo todo: uma mulher elegante faz de si um troféu a ser conquistado e protegido a mulher que seduz com seu "jeito inocente" dentro de vestes perfeitas para seu corpo é muito mais interessante que uma mulher que abusa dos limites. Quando se veste. Uma roupa na medida certa, é criado um certo mistério em que os homens tende a querer descobrir, não só no corpo da mulher, mas também na sua mente. Isso é sensual.
Olhem com carinho para as mulheres elegantes! Elas nem sempre tem quem as defenda, quem lhes dedique um libelo como este. Esta mídia onipresente não tem muita paciência com a falta de mercantilidade de suas bocas e suas pernas, ela precisa de uma renovação frenética, de um frescor efêmero, e não de sua sedução lenta mas perene. E na luta justa para quebrar alguns grilhões tão seculares, na necessidade de consolidar a força e os direitos das mulheres, a elegância infelizmente confundiu-se com a execrada subserviência feminina e foi indevidamente enxotadapara o canto das tralhas inúteis de outros tempos.
E ai esse tipo de cena é confundido com sensualidade
A vul
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