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terça-feira, 27 de novembro de 2012

É verão! Descubra prós e contras do consumo de sorvete

Os dias quentes estimulam as pessoas a quererem se deliciar com o irresistível sorvete para dar aquela refrescada. Seja picolé, casquinha, copinho, vários sabores, coberturas, frutas, granulados, enfim, qualquer coisa que possa deixar o sorvete mais delicioso ainda, eles são sempre desejados nos dias abafados. Afinal, quem é que não gosta de um sorvetinho de vez em quando? 

Você sabia que o sorvete também tem seus prós e contras na hora de apreciá-lo? 

Segundo a ABIS, Associação Brasileira das Indústrias de Sorvete, a história do sorvete começa na China há mais de 3 mil anos, quando chineses passaram a misturar neve com frutas e mel, técnica aprendida posteriormente pelos árabes e depois pelos franceses. A partir de 1292, novas técnicas orientais de preparo chegaram à Itália e a sobremesa gelada se tornou um grande sucesso que tempos depois se espalhou por toda a Europa e Estados Unidos. 

No Brasil, o sorvete só chegou por volta de 1834, quando comerciantes do Rio de Janeiro compraram gelo que chegou ao país em um navio americano e misturaram com frutas brasileiras. Em terras tropicais, com grande variedade de frutas disponíveis, já era de se esperar que seria um enorme sucesso! 

Como o sorvete é feito e quais são seus benefícios 

O sorvete é feito a partir da mistura de água ou leite, açúcar, gordura, suco ou aroma de frutas, emulsificante, espessante e aditivos e possui diferentes técnicas de fabricação. Sua fórmula permite que sejam acrescentados ingredientes para obter sabores e texturas variadas. 

Do ponto de vista nutricional, o sorvete pode ser considerado um alimento nutritivo, pois sua fórmula possui proteína, açúcar, gordura vegetal ou animal, cálcio, fósforo, vitaminas A, B1, B2, B6, C, D, K e outros minerais que fazem bem à saúde. 

Os cremosos, que são preparados à base de leite, possuem altas quantidades de sais minerais, sobretudo de cálcio, essencial para o desenvolvimento e bom funcionamento dos ossos. O cálcio existente em duas bolas de sorvete equivale ao que encontramos em um copo de leite. A grande quantidade de proteína encontrada no sorvete também ajuda o organismo a manter suas funções vitais. 

E para quem se assusta com os índices calóricos dessa delícia, a boa notícia é que as taxas não são assim tão alarmantes. Uma bola de sorvete de chocolate de 60 gramas, por exemplo, possui 112 calorias, quase o mesmo que 1 pão francês de 50 gramas com miolo, que tem 135 calorias. Mas isso não significa em hipótese alguma que você possa tomar potes e mais potes de sorvete, pois gordura e proteína em excesso também fazem mal para o organismo. 

É fundamental observar a quantidade de gorduras trans presente na composição dos sorvetes. Tanto ela quanto a gordura normal, quando consumidas em quantidades acima do ideal, são nocivas ao organismo e podem contribuir para desencadear problemas de saúde como aumento de colesterol ruim (LDL), doenças cardiovasculares e obesidade. 

Reprodução


Fique atenta, principalmente, aos acompanhamentos oferecidos nas sorveterias. Por trás de tantas cores e sabores das coberturas, balas, farofas e outros confeitos, se escondem centenas e centenas de calorias. 

Os sorvetes de frutas costumam ser mais leves, pois são feitos com àgua, mas se compararmos com um sorvete de massa, as calorias são equivalentes, assim como os sorvetes à base de soja. A vantagem desse último é que por ser totalmente vegetal, pode ser consumido por pessoas que têm intolerância à lactose e ao glúten. Além disso, a proteína de soja ajuda a reduzir o colesterol ruim. 

Para quem quer se refrescar sem precisar colocar a culpa na balança, a melhor opção são os sorvetes de baixa caloria e o frozen natural, que é um sorvete à base de iogurte. O frozen é menos calórico, rico em cálcio e em fibras que prolongam a sensação de saciedade alimentar, além disso, não possui conservantes e colabora com o bom funcionamento do intestino. 

Além desses aspectos nutricionais, segundo pesquisa realizada na Universidade de Harvard, o sorvete também pode contribuir com o aumento da fertilidade feminina. Nessa pesquisa, 18 mil mulheres foram acompanhadas e aquelas que trocaram um copo de leite integral por sorvete, consumindo pelo menos duas porções diárias de sorvete, tiveram 85% mais chances de ovular do que aquelas que não consumiam o sorvete. 

Em outro estudo realizado no Centre for Neuroimaging Sciences em Londres, pesquisadores britânicos descobriram algo que muita gente já sabia: que o sorvete proporciona prazer. Para comprovar o fato, voluntários consumiram sorvete de creme e, em seguida, passaram por exames de ressonância magnética, que demonstraram que o sorvete afeta as zonas de prazer do cérebro, as mesmas que são ativadas quando as pessoas estão se divertindo. 

E para quem acredita que o sorvete causa gripe, resfriado ou dor na garganta e por isso, só possa ser consumido no calor, médicos afirmam que esse é apenas um mito, já que o que causa gripe é um vírus e não alimentos gelados. Os países onde o consumo de sorvete é maior são os europeus, nos quais o inverno costuma ser bem mais rigoroso, além disso nenhuma pesquisa científica confirma a relação dessas doenças com o consumo de sorvete no frio. No caso de inflamações de garganta como amidalite, ao contrário do que muitos acreditam, os alimentos gelados são mais indicados do que os quentes. 

Mesmo com tantos pontos a favor do seu consumo, em um estudo que circula na internet e que selecionou os dez piores alimentos de todos os tempos para a saúde, o sorvete está em décimo lugar. Segundo a nutricionista canadense Michelle Schoffro Cook, os altos índices de açúcar e gorduras trans presentes nos sorvetes industrializados, além dos corantes e aromatizantes artificiais, podem causar sérios danos ao cérebro e ao sistema nervoso. 

Sendo assim, sempre que pudermos optar por uma opção natural no lugar de uma industrializada, estaremos fazendo a melhor escolha para o nosso organismo, isso é fato, mas não é necessário nenhuma pesquisa para comprovar que doses comedidas de prazer, como um sorvete no fim da tarde, fazem bem para a alma. Portanto, aproveite o seu sorvete com moderação e sem culpa. 

Conheça benefícios e vantagens dos alimentos crus Segundo nutricionistas, não existe uma quantidade correta para o consumo, mas ingerir alimentos crus diariamente pode ajudar na dieta

Geralmente consumidos em forma de salada e sucos, os alimentos crus contêm quantidade elevada de água e nutrientes quando comparados aos que são cozidos e fritos. Sem falar que são mais fáceis de preparar. As perdas nutricionais variam de alimento para alimento, mas há casos em que todos os nutrientes acabam indo embora no cozimento. "Um exemplo disso é o pimentão, rico em vitamina C, que se for cozido perde 100% desse nutriente". 

A absorção dos nutrientes pelo organismo humano também pode ser maior ou menor dependendo da maneira como os alimentos são preparados. "Se forem servidos crus, em geral preservarão ao máximo tudo de bom que tem para dar, já que o cozimento prolongado altera suas propriedades".
 Outra vantagem de se consumir os alimentos crus é minimizar as perdas nutricionais, que começam a ocorrer bem antes do cozimento. "A perda de nutrientes já tem início nos campos de produção e continua com a longa jornada até as nossas casas".

Calor prejudica nutrientes 

A  diferença entre alimentos crus e cozidos ocorre porque o fogo é um dos fatores principais para perda de nutrientes. "O calor empregado na cocção é um fator muito importante que é sem dúvida o maior responsável pela inativação de substâncias nutritivas, o ideal é cozinhar os alimentos com pouca água, em curto tempo e se possível optar pelo cozimento a vapor e com casca, no caso de legumes e tubérculos", a água do cozimento pode ser reaproveitada para sopas, na preparação do arroz ou no cozimento de massas. Os sucos naturais também devem ser consumidos logo após o preparo, para que seja evitado o início de reações que possam destruir os nutrientes devido ao contato com o ar. 

Alimentos crus como vegetais e frutas têm grande quantidade de fibras, o que pode ajudar a ter uma alimentação mais saudável. "Cada pessoa deveria consumir 30g de fibras por dia para o intestino funcionar normalmente, acompanhada da ingestão adequada de água em torno de 2 litros por dia". 

Segundo as nutricionistas, não existe uma quantidade correta para o consumo, mas ingerir alimentos crus diariamente pode ajudar na dieta. "Sempre destacamos os alimentos crus nas dietas, pois oferecem grande dose de vitaminas, minerais e fibras, o que permite eliminar alguns quilinhos e também promove mais energia ao corpo" alimentos crus são digeridos com mais facilidade. 

Higienização

Quando se destinam ao consumo cru, é importante que todos os alimentos sejam bem higienizados e conservados, mas mesmo com estes cuidados nem todos os alimentos podem ser ingeridos desta forma. "Alimentos de origem animal como carne e frango se consumidos crus são altamente prejudiciais à saúde, pois pode haver contaminação por bactérias, e o ovo de forma nenhuma pode ser consumido cru, devido à contaminação por salmonela". 

Mas este é um dos casos em que o cozimento pode não influenciar na quantidade de nutrientes. "As proteínas e o ferro de carnes e peixes não se perdem no aquecimento, mas o calor prolongado pode levar à perda de vitaminas. Além disso, os peixes contêm avitina, uma substância antinutricional, que é anulada quando são cozidos e isso melhora a absorção de vitamina B1". 

Antes de iniciar o preparo e após qualquer interrupção com os alimentos é importante higienizar as mãos. A lavagem deve ser feita com água e sabão até a altura dos cotovelos, esses cuidados precisam ser feitos para que a refeição seja nutricionalmente segura e livre de micro-organismos. 

Os alimentos que são consumidos crus, como as hortaliças e frutas, devem ser lavados cuidadosamente em água corrente e deixados de molho por 10 minutos em uma solução com água sanitária diluída na seguinte proporção: uma colher de sopa de água sanitária para cada litro de água, depois lave novamente em água corrente e consuma. 

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Saiba diferenciar 9 tipos de arroz que existem no mercado Embora mais consumido no Brasil seja o arroz branco, há uma boa variedade de tipos que podem ser aproveitados em receitas muito saborosas

Arroz com feijão, bolinho de arroz, arroz doce e risoto são algumas das inúmeras receitas feitas com o cereal que sempre está na mesa dos brasileiros. Segundo dados do Ministério da Agricultura, cada brasileiro consome pelo menos 70 quilos de arroz por ano. Embora o mais consumido seja o branco, há uma boa variedade de tipos que podem ser aproveitados em receitas muito saborosas. No Brasil, entre as formas mais consumidas estão o arroz branco polido, o parbolizado polido e o integral. A classificação do cereal ainda pode ser feita de acordo com o tipo de grão, que pode ser longo, médio ou curto. 

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Mais do que um acompanhamento, o alimento é um dos mais consumidos em todo o mundo, nos mais diferentes países e culturas. Os maiores produtores mundias estão na Ásia. 

O nutrólogo e membro da Sociedade Brasileira de Alimentos Funcionais, Maximo Asinelli, afirma que o cereal é uma importante fonte de carboidratos, além de ser rico em vitaminas e minerais. Em relação ao valor calórico, o arroz branco e o integral – os preferidos dos brasileiros - ficam empatados. "Meia xícara de arroz integral tem cerca de 110 calorias, enquanto a mesma quantidade de arroz branco tem aproximadamente 100 calorias. A vantagem do integral é a quantidade de fibras, que nesta mesma quantidade pode chegar a 1,6 gramas. O branco possui apenas 0,03 gramas na mesma porção", ressalta o nutrólogo.  

Armazenagem 

Se for corretamente armazenado, o grão pode durar anos, embora os tipos integrais não fiquem bons após seis meses. Vale guardar o arroz em um pote em local seco, ou mesmo na geladeira ou até no freezer. 

Os mais comuns 

Arroz branco - O mais comum de todos, está disponível nos tamanhos curto, médio e longo. O parbolizado passa por menos processos de refinamento do que o branco e, por isso, é considerado mais saudável e preserva melhor os nutrientes. Vai bem com a maior parte dos pratos e frituras. 

Arroz basmati - Cultivado na Índia e no Paquistão, é um grão longo e muito aromático (seu nome significa "cheiroso" em sânscrito). Pode ser encontrado integral ou branco. Vai bem com pratos indianos, curry e frituras. 

Arroz vermelho - O arroz vermelho é um grão integral que só teve sua casca removida, então guarda ainda muitos nutrientes. Existe dois tipos: o grão longo (da Tailândia) e o cultivado no Butão, que é médio. Leva cerca de 20 minutos para ser cozido e precisa escorrer antes de ser servido. 

Arroz integral - Este tipo não teve a casca retirada, deixando seu interior intacto. Tem um alto valor nutricional e aparecem em vários tipos, pois todos os grãos foram integrais em algum momento. Pode ser usado nas mesmas receitas do arroz branco. 

Arroz jasmine - Originário da Tailândia, é conhecido também como Hom Mali. Deve ser lavado antes de cozinhar e precisa de menos água do que o arroz branco comum (cerca de 1 xícara de arroz para 1 ou 2 de água). Combina com grelhados e refogados. 

Arroz preto - É conhecido também como "arroz proibido", pois era o preferido dos imperadores da China. A cor é causada pelo alto nível de antocianina contido nele. É um arroz integral com muitos nutrientes e que pode ser encontrado na versão curta (chinesa) e longa (tailandesa). Ele é perfeito para pratos doces, como o arroz doce. 

Arroz arbóreo - Exclusivo para os risotos, prato típico de Veneza, esse tipo de arroz tem os grãos curtos para que sua textura fique cremosa depois de cozido. Ele também funciona para fazer arroz doce. 

Arroz para sushi - Existe vários tipos de arroz usados no preparo do sushi. As principais são o Koshihikari, Sasanishiki e Hatsunishiki, todos grãos curtos. Para preparar, ele deve ser cozido no vapor e depois combinado com uma mistura de açúcar, sal e vinagre de arroz. 

Arroz selvagem - Na verdade, esse grão é uma semente de gramínea nativa da América do Norte. Rico em proteínas, fibras e aminoácidos, o grão é comercializado sem a casca. Embora demore cerca de 50 minutos para cozinhar, pode substituir o arroz branco em grande parte dos pratos. 

Descubra quinze maneiras de controlar a ansiedade Melhorar a alimentação e respirar corretamente, podem ajudar a aliviar os sintomas

Com a correria do dia a dia, muitas vezes, não há tempo  para relaxar como gostaríamos e nem para cuidar melhor do corpo e da mente. Tudo acaba se embaralhando e os problemas diários resultam em grande ansiedade. Mas você sabia que algumas atitudes podem diminuir ou controlar esse turbilhão de sentimentos? Conheça 15 maneiras de amenizar o comportamento ansioso e respirar mais tranquila. 

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 Tome duas xícaras de chá de flor-de-maracujá por dia. A bebida aumenta os níveis de ácido gama-aminobutírico, um neurotransmissor que relaxa ; 

 Respire certo: a barriga (e não o tórax) deve estufar na inspiração. Assim, os batimentos cardíacos ficam mais lentos, a mente, oxigenada, e você, aliviada; 

  Corte o cafezinho. Cafeína acelera o sistema nervoso e deixa você ainda mais ansiosa. Não se esqueça de beber muita água; 

 Acrescente frutas, vegetais e cereais à dieta. A carência desses alimentos provoca insônia, estresse e palpitações no coração; 

 Faça acupuntura. Essa terapia com agulhas libera endorfina e serotonina, neurotransmissores com efeito relaxante, inclusive sobre a musculatura; 

  Vá dançar uma vez por semana. A prática ajuda a espairecer e descarrega as tensões acumuladas; 

 Tome suco de caju, limão, laranja, ou acerola: frutas ricas em vitamina C, que reduz a produção de cortisol, conhecido como hormônio do estresse; 

 Dê uma chance à homeopatia. Ela é capaz de restabelecer o equilíbrio do corpo; 

 Durma ao menos 8 horas por noite. Isso evita irritação e agressividade; 

 Renove a energia em minutos. Coloque os pés numa bacia com um punhado de sal grosso e água morna; 

 Ouça músicas instrumentais por 12 minutos. Elas reduzem os batimentos cardíacos; 

 Leia um romance ou assista a um filme. A ficção nos distrai de nossas próprias dores de cabeça; 

 Faça trabalhos manuais. Isso ativa o cérebro e relaxa a alma; 

 Pinte as paredes com cores claras e estampas que misturem poucas tonalidades. Isso espanta a agitação; 

 Adote um animal. Interagir com um bichinho ao menos por meia hora ao dia eleva a quantidade de prolactina, hormônio ligado ao bem-estar.