O lobo acusou a raposa de lhe haver roubado um quarto (pedaço) de carneiro; o macaco foi eleito como juiz para resolver a questão. A raposa defendeu-se, e no calor do debate, lobo e raposa lavaram-se reciprocamente as caras com todas as malfeitorias que, em segredo haviam perpetrado (cometido). O macaco ouviu-os atentamente e por fim sentenciou: “Condeno-vos a ambos”, disse, “a ti, raposa, porque roubaste o que de ti reclama o lobo; a ti, lobo, porque ninguém te roubou o que da raposa exiges.”
MORALIDADE: Em contendas (brigas, dissensões, litígios, desavenças, conflitos) entre perversos, tão iguais como a raposa e o lobo, raramente há quem tenha ou quem deixe de ter razão.
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