Sentindo aproximar-se a sua hora derradeira (hora da morte), temeu um gavião pela sua sorte eterna, com a lembrança das suas iniquidades (maldades) e pediu à sua mãe-águia, que fosse aplacar a cólera celeste e falasse com Deus. “Fá-lo-ei, filho”, respondeu-lhe a mãe; “receio, porém, que isso agora nada valha; não houve iniquidade e sacrilégio que você não haja cometido.”
MORALIDADE: Na hora da morte o malvado estremece; quanto mais zombou do Celeste Juiz, mais a teme no momento de perante Ele comparecer.
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