Estava um calvo (careca) se refrescando à frente da porta de sua casa, olhando o movimento das pessoas, quando uma mosca importuna veio e, de contínuo, pousava-lhe na careca; o homem a açoitava com a mão; ela, porém, ligeira fugia, mas depois voltava. Deste modo o calvo dava grandes tapas em si próprio, e a mosca ria-se a valer. “Vá-se embora”, disse o calvo; “esses tapas não me doem nem um tiquinho retorquiu a mosca. ah seu pegar uma de vocês...”
MORALIDADE: Os importunos riem-se quando vêem malogrados os esforços das suas vitimas para se livrarem deles; basta, porém, que um desses esforços seja bem sucedido, para que paguem, junto, o novo e o velho.
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